¨Se eu pudesse deixar algum presente a você...
Deixaria para você,
se pudesse,
o respeito àquilo que é indispensável...
Além do pão, o trabalho.
Além do trabalho, a ação.
E, quando tudo mais faltasse, um segredo:
O de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída.¨

Gandhi

Ganesha Gam Ganesha Gam Ganesha Gam...

Ganesha Gam Ganesha Gam Ganesha Gam...

ÔMMMMMMMMMMMMMM

ÔMMMMMMMMMMMMMM
Yoga é uma prática milenar, um caminho em direção a essência do ser, que nos ensina a reconhecer a experiência de existir plenamente, com boa saúde física, mental e espiritual, sempre em sintonia com a dança da vida.

São Paulo, S.P., Brazil
Marcynha talvez retrate melhor o meu metro e meio de altura. Fui Marcynha desde sempre, nas escolas onde estudei, na faculdade de enfermagem que não concluí, na faculdade de psicologia onde me formei (FMU - 1994), na especialização em Terapia Cognitiva Construtivista da UNIP em 95... Inquieta, sempre buscando novidades, querendo um algo mais... Em 1996 atrás de um novo caminho na psicologia encontrei o caminho do Yoga, um caminho muito além da psicologia, muito além da profissão, um caminho para experimentar a vida! Foi no Yoga que me re descobri, psicóloga por herança familiar e professora de Yoga (desde 1998) por uma escolha que veio do coração. Yam...Yam...Yam... Posso até dizer que meu sobrenome foi uma pista, em sua sonoridade, para que eu ouvisse meu coração. No Yoga encontrei o caminho que me inspira viver e compreender a experiência dessa existência humana.

Arquivos do blog

sábado, 27 de fevereiro de 2010

DR PATCH ADAMS no Roda Viva

Esse, com certeza, é filho de Shiva!

Vale a pena digerir lentamente os 9 vídeos que constituem a entrevista com Dr Patch Adams.

Aproveite o tempo com coisas que realmente significam algo...

Coisas que falem direto ao coração...

Coisas capazes de promover a revolução da alma e que o faça sentir extremamente desperto!

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

A CANÇÃO DO HOMEM - Tolba Phanem

Quando uma mulher, de certa tribo da África, sabe que está grávida, segue para a selva com outras mulheres e juntas rezam e meditam até que aparece a "canção da criança".
Quando nasce a criança, a comunidade se junta e lhe cantam a sua canção.
Logo, quando a criança começa sua educação, o povo se junta e lhe cantam sua canção.
Quando se torna adulto, a gente se junta novamente e canta.
Quando chega o momento do seu casamento, a pessoa escuta a sua canção.
Finalmente, quando sua alma está para ir-se deste mundo, a família e amigos aproximam-se e, assim como em seu nascimento, cantam a sua canção para acompanhá-lo na "viagem".

Nesta tribo da África há outra ocasião na qual os homens cantam a canção. Se em algum momento da vida a pessoa comete um crime ou um ato social aberrante, levam-no até o centro do povoado e a gente da comunidade forma um círculo ao seu redor e então lhe cantam a canção.
A tribo reconhece que a correção para as condutas anti-sociais não é o castigo, é o amor e a lembrança de sua verdadeira identidade.

Quando reconhecemos nossa própria canção, já não temos desejos nem necessidade de prejudicar ninguém.
Teus amigos conhecem a "tua canção" e a cantam quando a esqueces. Aqueles que te amam não podem ser enganados pelos erros que cometes ou as escuras imagens que mostras aos demais, eles recordam tua beleza quando te sentes feio, tua totalidade quando estás quebrado, tua inocência quando te sentes culpado e teu propósito quando estás confuso.

ORAÇÃO A MIM MESMO - Oswaldo Antônio Begiato

Que eu me permita olhar e escutar e sonhar mais.
Falar menos. Chorar menos.
Ver nos olhos de quem me vê a admiração que eles me têm e não a inveja que, prepotentemente, penso que têm.
Escutar com meus ouvidos atentos e minha boca estática, as palavras que se fazem gestos e os gestos que se fazem palavras.
Permitir sempre escutar aquilo que eu não tenho me permitido escutar.
Saber realizar os sonhos que nascem em mim e por mim e comigo morrem por eu não os saber sonhos.
Então, que eu possa viver os sonhos possíveis e os impossíveis; aqueles que morrem e ressuscitam a cada novo fruto, a cada nova flor, a cada novo calor, a cada nova geada, a cada novo dia.
Que eu possa sonhar o ar, sonhar o mar, sonhar o amar, sonhar o amalgamar.
Que eu me permita o silêncio das formas, dos movimentos, do impossível, da imensidão de toda profundeza.
Que eu possa substituir minhas palavras pelo toque, pelo sentir, pelo compreender, pelo segredo das coisas mais raras, pela oração mental, aquela que a alma cria e que só ela, alma, ouve e só ela, alma, responde.
Que eu saiba dimensionar o calor, experimentar a forma, vislumbrar as curvas, desenhar as retas, e aprender o sabor da exuberância que se mostra nas pequenas manifestações da vida.
Que eu saiba reproduzir na alma a imagem que entra pelos meus olhos fazendo-me parte suprema da natureza, criando-me e recriando-me a cada instante.
Que eu possa chorar menos de tristeza e mais de contentamento.
Que meu choro não seja em vão, que em vão não sejam minhas dúvidas.
Que eu saiba perder meus caminhos, mas saiba recuperar meus destinos com dignidade.
Que eu não tenha medo de nada, principalmente de mim mesmo.
Que eu não tenha medo de meus medos!
Que eu adormeça toda vez que for derramar lágrimas inúteis, e desperte com o coração cheio de esperanças.
Que eu faça de mim um homem sereno dentro de minha própria turbulência, sábio dentro de meus limites pequenos e inexatos, humilde diante de minhas grandezas tolas e ingênuas (que eu me mostre o quanto são pequenas minhas grandezas e o quanto é valiosa minha pequenez).
Que eu me permita ser mãe, ser pai, e, se for preciso, ser órfão.
Permita-me eu ensinar o pouco que sei e aprender o muito que não sei, traduzir o que os mestres ensinaram e compreender a alegria com que os simples traduzem suas experiências; respeitar incondicionalmente o ser; o ser por si só, por mais nada que possa ter além de sua essência, auxiliar a solidão de quem chegou, render-me ao motivo de quem partiu e aceitar a saudade de quem ficou.
Que eu possa amar e ser amado.
Que eu possa amar mesmo sem ser amado, fazer gentilezas quando recebo carinhos; fazer carinhos mesmo quando não recebo gentilezas.
Que eu jamais fique só, mesmo quando eu me queira só.
Amém.

RECEITA DE ALEGRIA - Pablo Picasso

Jogue fora todos os números não essenciais para tua sobrevivência.
Isto inclui: idade, peso e altura.
Que eles preocupem ao médico. Para isto o pagamos.
Conviva, de preferência, com amigos alegres. Os pessimistas não são convenientes para ti.
Continue aprendendo.
Aprenda mais sobre computadores, artesanato, jardinagem, qualquer coisa.
Não deixe seu cérebro desocupado.
Uma mente sem uso é oficina do diabo, e o nome do diabo é “Alzheimer”.
Ria sempre, muito e alto. Ria até não poder mais.
Inclusive de você mesmo!
Quando as lágrimas chegarem: agüente, sofra e siga adiante.
Agradeça cada dia que amanhece como uma nova oportunidade para fazer aquilo que ainda não tiveste coragem de começar.
Do princípio ao fim, prefira novos caminhos do que voltar a caminhos mil vezes trilhados.
Apague o cinza de tua vida e acenda as cores que carregas dentro de ti.
Desperte teus sentidos para que não percas tudo de belo e formoso que te cerca.
Contagie de alegria ao teu redor, e tente ir além das fronteiras pessoais a que tenhas chegado aprisionado pelo tempo. Porém lembre-se: a única pessoa que te acompanha a vida inteira é você mesmo.
Cerque-se daquilo que gosta: família, animais, lembranças, música, plantas, um hobby, seja o que for.
O lar em você vive é seu refúgio, porém não fique trancado nele.
Seu melhor capital, a saúde.
Aproveite-a se é boa, não a desperdice; se não é, não a estrague mais.
Não se renda à nostalgia. Saia à rua. Vá à uma cidade vizinha, a um país estrangeiro.
Porém não viaje ao passado porque, dói!
Diz aos que ama, que realmente os ama e faça isso em todas as oportunidades que tiver. E lembre-se sempre... Que a vida não se mede pelo número de vezes que respiramos, mas pelos momentos que teu coração palpitou forte: de muito rir, de surpresa, de êxtase, de felicidade e, sobretudo, de amar sem medida.
“Há pessoas que transformam o sol em uma pequena mancha amarela, porém há também as que fazem de uma simples mancha amarela o próprio sol”.

SONETO DE FIDELIDADE - Vinícius de Moraes

De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zêlo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento

E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e darramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contetentamento.
E assim, quando mais tarde me procure

Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):

Que não seja imortal, pôsto que e chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

SUTRA BUDISTA

Eis aqui o caminho para os que conhecem o seu próprio bem, e a paz que está além:
Que dêem o melhor de si para serem honestos, completamente sinceros, de fala suave, temperamento doce e modesto;
Que cultivem a satisfação (contentamento), e que sejam fáceis de conviver, sem se sentir pesados com suas responsabilidades, consumindo pouco, imperturbáveis, controlados e polidos;
Sem buscar tirar sempre vantagens, que evitem qualquer ação vergonhosa que faria quem os respeita sentir vergonha deles;
Possam todos os seres vivos ter a felicidade, ser livres de sofrimentos, sempre com o coração preenchido de alegria;
Como quer que sejam julgados - inadequados ou capazes, de qualquer tamanho ou forma, altos, baixos, gordos ou magros, sem deixar ninguém de fora em todo mundo, ou em qualquer reino possível de existência, possam todos ser felizes - o vizinho e o estrangeiro de muito longe; os nascidos e os ainda por nascer;
Que ninguém jamais traia ninguém, ou despreze outros, ou tomado por raiva ou ódio deseje o mal alheio;
Como uma mãe que protege seu filho único com sua própria vida, assim devemos soltar as amarras da mente, para que ela alcance todos os seres vivos, aberta sem nenhuma reserva, tocando cada um dos cantos do universo com sentimentos de amor e cuidado, buscando em todas as direções o bem estar dos seres, com todo o ressentimento e amargura dissipados.
Em todo o momento desperto do dia, durante qualquer atividade ou em repouso, mantenham a mente assim. Uma tal vida é o reino dos Deuses aqui e agora, livre do apego a visões, mantendo um caminho de pura moralidade.

SLOW FOOD

Há um grande movimento na Europa hoje, com base na Itália e ramificações na França, Espanha e em quase todo o mundo, chamado Slow Food.
A Slow Food International Association, cujo símbolo é um caracol, tem sua origem na Itália e pode ser acessada pelo site:
www.slowfood.com.
O que o movimento Slow Food prega é que as pessoas devem comer e beber devagar, saboreando os alimentos, "curtindo" seu preparo, no convívio com a família, com amigos, sem pressa e com qualidade.

A idéia é se contrapor ao espírito do Fast Food e ao que ele representa como estilo de vida.
A surpresa, porém, é que esse movimento do Slow Food está servindo de base para um movimento mais amplo chamado Slow Europe, como salientou a revista Business Week em edição européia. A base de tudo está no questionamento da "pressa" e da "loucura" gerada pela globalização, pelo apelo à "quantidade do ter" em contraposição à qualidade de vida ou à "qualidade do ser".

Segundo a Business Week, os trabalhadores franceses, embora trabalhem menos horas (35 horas por semana), são mais produtivos que seus colegas americanos ou ingleses. E os alemães, que em muitas empresas instituíram uma semana de 28,8 horas de trabalho, viram sua produtividade crescer nada menos que 20%.
Essa chamada "slow attitude" está chamando a atenção até dos americanos, apologistas do "Fast" (rápido) e do "Do it Now" (Faça Já). Portanto, essa "atitude sem-pressa" não significa fazer menos, nem ter menor produtividade. Significa, sim: fazer as coisas e trabalhar com mais "qualidade" e "produtividade", com maior perfeição, atenção aos detalhes e com menos "stress", retomar os valores da família, dos amigos, do tempo livre, do lazer, das pequenas comunidades, do "local" - presente e concreto - em contraposição ao "global" - indefinido e anônimo.

Significa a retomada dos valores essenciais do ser humano, dos pequenos prazeres do cotidiano, da simplicidade de viver e conviver e até da religião e da fé. Significa um ambiente de trabalho menos coercitivo, mais alegre, mais "leve" e, portanto, mais produtivo, onde seres humanos, felizes, fazem com prazer o que sabem fazer de melhor.
Nesta semana, gostaria que você pensasse um pouco sobre isso...

Será que os velhos ditados "Devagar se vai ao longe" ou ainda "A pressa é inimiga da perfeição" não merecem novamente nossa atenção nestes tempos de desenfreada loucura?
Será que nossas empresas não deveriam também pensar em programas sérios de "qualidade sem-pressa" até para aumentar a produtividade e qualidade de nossos produtos e serviços sem a necessária perda da "qualidade do ser"?
No filme "Perfume de Mulher", há uma cena inesquecível, em que um personagem cego, vivido por Al Pacino, tira uma moça para dançar e ela responde:
"Não posso, porque meu noivo vai chegar em poucos minutos..."
"Mas em um momento se vive uma vida" Responde ele, conduzindo-a num passo de tango. E esta pequena cena é o momento mais bonito do filme.
Algumas pessoas vivem correndo atrás do tempo, mas parece que só alcançam quando morrem enfartados, ou algo assim. Para outros, o tempo demora a passar; ficam ansiosos com o futuro e se esquecem de viver o presente, que é o único tempo que existe.

Tempo todo mundo tem, por igual.
Ninguém tem mais nem menos que 24 horas por dia.
A diferença é o que cada um faz do seu tempo.
Precisamos saber aproveitar cada momento, porque, como disse John Lennon...
"A vida é aquilo que acontece enquanto fazemos planos para o futuro".

VIVER DESPENTEADA - autor desconhecido

Hoje aprendi que é preciso deixar que a vida te despenteie, por isso decidi aproveitar a vida com mais intensidade.
O mundo é louco, definitivamente louco!
O que é gostoso engorda.

O que é lindo custa caro.
O sol que ilumina o teu rosto enruga.
E o que é realmente bom dessa vida, despenteia!
Fazer amor despenteia.
Rir às gargalhadas despenteia.
Viajar, voar, correr, entrar no mar despenteia.
Tirar a roupa despenteia.
Beijar a pessoa amada despenteia.
Brincar despenteia.
Cantar até ficar sem ar despenteia.
Dançar até duvidar se foi boa idéia colocar aqueles saltos gigantes essa noite, deixa seu cabelo irreconhecível!

Então, como sempre, cada vez que me encontrar, eu vou estar com o cabelo bagunçado. Mas pode ter certeza que estarei passando pelo momento mais feliz da minha vida.
É a lei da vida: sempre vai estar mais despenteada a mulher que decide ir sentada no primeiro carrinho da montanha russa, que aquela que decide não subir.
Pode ser que me sinta tentada a ser uma mulher impecável, toda arrumada por dentro e por fora, o aviso de páginas amarelas deste mundo exige boa presença: ¨Arrume o cabelo, coloque, tire, compre, corra, emagreça, coma coisas saudáveis, caminhe direito, fique séria... Talvez deva seguir as instruções, mas quando vão me dar a ordem de ser feliz?
Por acaso não se dão conta que para ficar bonita eu tenho que me sentir bonita. A pessoa mais bonita que posso ser!
O único que realmente importa é que ao me olhar no espelho, veja a mulher que devo ser.
Por isso, minha recomendação a todas as mulheres...
Se Entregue.
Coma coisas gostosas! Beije! Abrace! Dance!
Apaixone-se.
Relaxe.
Viaje. Pule. Durma tarde. Acorde cedo. Corra. Voe. Cante.
Arrume-se para ficar linda, arrume-se para ficar confortável...
Admire a paisagem...
Aproveite.
E acima de tudo, deixa a vida te despentear. O pior que pode passar é que, rindo frente ao espelho, você precise se pentear de novo.

DEPOIMENTO ANÔNIMO à Gustavo Ponce

Hoje completo 35 anos.
Verão de 1991: um amigo me arrasta para fazer a primeira aula de Yoga.
Vou com a mente aberta. Resolvi experimentar, já que não tenho nada a perder. Sei que não vou gostar, mas experimentarei de qualquer forma. Na verdade, a idéia de participar de uma aula em que as pessoas alongam os músculos dirigidos por um guru com antecedentes duvidosos não me agrada muito e, segundo ouvi, os gurus são seguidos por gente fanática.
No meu caso, vou à academia todos os dias, levanto mais de 100 quilos e corro 7 quilômetros por dia, não preciso de nada disso, mas já que estão me convidando…
Entro em uma sala cheia de gente.
É uma aula nível 1-2.

Com poucas exceções, a maioria dos alunos parece estar em condições físicas normais e definitivamente aparentam ser mais fracos que eu. Constato que não haverá nenhum tropeço.
A aula começa e me encontro em uma postura com um nome ridículo e de mau gosto: cachorro olhando para baixo (adho mukha svanasana).
O que eu não consigo entender é como a mulher ao lado está com os calcanhares no chão quando os meus estão a 10 centímetros!!!(?)
A resposta chega rápido: as mulheres são mais flexíveis.
Em seguida, escuto o professor dizer que a postura em questão é de descanso.
Isso não é bom!

Não estou descansando e me dói todo o corpo!!
Passada a primeira meia hora, meus braços e pernas tremem fortemente e, o que é pior, estou com a sensação de que vou vomitar. A quantidade de suor que se desprende do meu corpo me assombra. Não são gotas...É uma corrente de suor que golpeia o chão começando a formar uma poça embaixo de mim! Com horror percebo que a poça escorre fora do mat para o chão de madeira movendo-se perigosamente na direção da mão de uma linda mulher...
De repente escorrego em meu próprio suor – BAM! – e caio de bruços.
As pessoas ao meu redor tentam silenciar as gargalhadas.
Estou completamente desgostoso e morro de vergonha.
Olho para meu amigo, que nem mesmo transpira.
Alguma coisa está errada (??).
O professor, que deve ter uns 50 anos, continua demonstrando a postura seguinte calmamente.

Faço tudo que me é humanamente possível para seguir o ritmo da aula.
Minhas tentativas de fazer as posturas são imitações toscas.

“Segurem os dedões dos pés”, diz o professor.
Dobro o máximo que posso, mas minhas mãos só chegam a uns 20 centímetros dos pés. Ainda caio um par de vezes, meu ego também está no chão. Percebo que todos na sala são mais fortes do que eu, são mais flexíveis e têm mais resistência.
Estou completamente confuso, a raiva e o desespero se alternam para me desmoralizar.
Crise.

Estou rendido.
Exausto!
Não posso mais!!!
Cheguei ao meu limite, mas a aula não termina!!!! E agora o professor nos pede para fazer parada de mão!!!!
“Só pode estar brincando”, penso em voz alta.
Meus braços parecem de borracha, tremem violentamente, não dá mais!!!

Estou prestes a chorar, mas não faço isso há muito tempo e não vai ser aqui.
Olho para a porta e me vejo correndo para o estacionamento, mas fui criado ouvindo que não devo nunca desistir. Fiz um esforço supremo e resisti à tentação de sair correndo.
Finalmente a aula terminou.

Graças a Deus!
O professor manda que deitemos.
Caí em um sono profundo e depois me disseram que ronquei. Perfeito!
Andando para o carro, meu amigo se desculpa: “Achei que a aula seria mais nível 1 do que 2”.

“Nenhum problema”, minto. Mas a verdade é que nunca mais voltarei para uma aula de Yoga. Nunca!!!
Mas as coisas mudam...

Coisas estranhas começam a acontecer comigo...
Me encontro em um estado de euforia que já dura quase dois dias!!!(?)
Encontrei-me com uns amigos em uma festa de aniversário que nada sabiam sobre a aula e eles me dizem que estou com uma energia diferente...
Acordo no dia seguinte completamente descansado, mais do que de costume, me sinto ótimo.
Algo importante acaba de me acontecer e não somente no corpo.
Três dias depois...Volto.
Foi assim, e tenho uma notícia boa para meus amigos sem alongamento como eu: a prática deixa de ser dolorosa depois de um tempo. Se controlar seu orgulho e começar por uma aula de iniciante seguindo seu ritmo, praticando constante e cuidadosamente, em muito pouco tempo deixa de ser uma tortura medieval. Assim que comecei, encontrei na prática muitas coisas satisfatórias...E eventualmente, mas só eventualmente, você será capaz de segurar os dedos dos pés.

DECLARAÇÃO DE UM VEGETARIANO ao grupo de vegetarianismo

Eu nunca encarei o vegetarianismo como: “tadinho do bichinho”, pois acredito que a vida tira vida da vida e não da morte, essa foi a minha principal motivação, ou seja, tirar vida da vida (vegetariano).
Mais recentemente, por culpa do Yoga, desenvolvi uma consciência maior e percebi através de uma experiência pessoal muito bonita, que todas as formas, estejam elas vivas ou não, fazem parte de uma grande consciência maior que eu e você.
É quase incompreensível que mentes finitas como as nossas possam perceber o infinito, e essa experiência me deu um vislumbre; desde a minha roupa até as constelações mais distantes há algum nível consciência. Depois dessa experiência eu passei a ver o mundo de outro jeito, se eu maltratasse algum animal seria como pegar uma faca e espetá-la no meu próprio pé. E por que alguém faria algo assim?
Como eu disse antes, só existe vida por que há vida, a vida consome vida para viver, desde pequenas partículas até as maiores, mas isso não nos isenta de responsabilidade. Como seres mais conscientes não podemos simplesmente virar o rosto para alguém que passa fome na rua, e dizer que a culpa não é nossa.
Ela é de todos nós.
Quem sabe com um pouco de esforço e boa vontade ou até muito esforço, um esforço sobre humano. Quem sabe, eu não faça nada, mas minhas palavras acabem incentivando alguém e vocês sabem, na historia humana um único homem muitas vezes mudou o rumo da humanidade, um único homem foi exemplo para muitos outros.
Eu não estou falando de Jesus nem de nenhum conceito religioso, estou falando de vários homens e mulheres que com o passar do tempo foram nossos ícones, avatares que representam a consciência humana no seu patamar mais elevado. Pessoas como eu e como você que está lendo, pessoas que eram comuns e de repente por uma revelação, trauma ou indignação quiseram fazer o que era certo, mesmo acreditando que ninguém mais acreditava...
Soltaram as suas palavras ao vento mesmo sabendo que ninguém mais os ouvia, e mesmo assim tiveram a coragem de fazê-lo.
É provável que eu passe a minha vida sem ser ninguém, mas tenho um sonho e quero partilhar. Quero um coração aberto, quero viver sem medo do meu vizinho, quero o melhor para mim e para você. Quero o mundo todo dando as mãos e explorando, juntos, o seu maior potencial.

Será que eu sou louco?
Imaturo?
Inocente?
Ou simplesmente burro? (hehehe... deixa vai, nem precisa responder).
Não me importa entrei nesse grupo por acreditar que aqui tem pessoas mais conscientes. Então vamos papear, trocar idéias e até de vez em quando discordar, quem sabe brigar, mas depois fazemos as pazes e continuamos em frente...
Quando eu escrevo não penso que tem um computador na minha frente, mas tem alguém como eu do outro lado, uma pessoa sensível, alegre, amiga, que tem uma vida inteira lá onde meus olhos não podem alcançar.
Estou feliz por poder partilhar isso com todos!

COOKIES

Ingredientes para massa básica:
2 xic. de cha de farinha especial ou farinha de trigo integral
2 xic. de cha de farinha de trigo.
2 xic. de cha de açúcar mascavo.
2 ovos.
1 colher de sobremesa de bicarbonato de sódio.
200 g. de margarina em tablete.

Farinha especial:
2 xic. de cha de farinha de aveia.
2 xic. de cha de farinha de trigo tostada.
1 xic. de cha de farinha de trigo.
1 xic. de cha de farinha de trigo integral.

CAFÉ:
Dissolver 1 colher de sopa de café solúvel em 2 colheres de sopa de água. Misturar a solução na massa básica. Caso a massa fique mole, polvilhar mais farinha de trigo sobre ela.

CHOCOLATE:
1 xícara de manteiga derretida
2 xícaras de açúcar
2 ovos
1 colher (sopa) essência de baunilha
3 xícaras de farinha de trigo
1 colher (chá) de bicarbonato de sódio
2 colheres (chá) de água quente
½ colher (chá) de sal
2 xícaras de chocolate meio amargo picado
1 xícara de nozes picadas

Preparo:
Pré-aqueça o forno a 175ºC.
Bater em creme a manteiga e o açúcar.

Adicionar os ovos e a baunilha e bater novamente.
Dissolver o bicarbonato de sódio na água quente e adicionar à mistura,
juntamente com o sal.
Adicionar a farinha, o chocolate e as nozes.

Misturar delicadamente.
Colocar a massa em colheradas, em forma untada, deixando espaço entre as
colheres.

Leve ao forno por 10 minutos ou até que os cookies estejam dourados.

domingo, 6 de dezembro de 2009

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

PÃO DE ABÓBORA

200g de abóbora cozida (temperada a gosto) batida no liquidificador
1 colher sopa de fermento fleshman seco
1 colher de chá de açúcar mascavo
1 colher de café de sal
1 xícara de café de óleo
1 xícara de café de gergelim ou semente de linhaça
1 copo de farinha de trigo
1 copo de farelo de trigo
50g de queijo parmesão ralado (opcional)

Misture todos os ingredientes, coloque em forma para pão untada e deixe descansar por 1 hora. Asse em forno pré-aquecido, temperatura média, por aproximadamente 30 minutos.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

ACRO YOGA

Consciência do seu espaço e do espaço do outro...

Consciência do seu movimento e do movimento do outro...

Essa consciência é pura poesia da forma!

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

A CARNE É FRACA

Ontem fui a uma palestra sobre vegetarianismo, no ¨pratique yoga¨ das minhas amigas amadas, Nic e Adarsha. Fui ver e ouvir Nina Rosa, presidente do Instituto Nina Rosa - projetos por amor à vida, uma mulher admirável!
Assistimos ao documentário produzido pelo Instituto, A CARNE É FRACA.
Bem fraca, devo dizer.
E cruel...Cruel demais com a vida, com o planeta...
O documentário é muito bem feito, é informativo, honesto.
Muito forte!
Confesso ter mais ouvido que visto algo, uma vez que não me foram dados todos os braços de Durga para tapar olhos e ouvidos ao mesmo tempo e resolver a questão de imediato, isolando-me da barbárie dos homens adormecidos, em determinados trechos de tanta informação valiosa.
Chorei por dentro e por fora...
Estou chorando ainda...
Por todos os seres que morrem a cada instante, na insensatez da humanidade adormecida e afastada da própria essência.
Mas sinto que as pessoas precisam desse impacto.
? Quem sabe despertam no susto ?

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

O DIVINO ESTÁ SEMPRE PRESENTE.

Toda a Criação é uma obra de arte fantástica...

Somos a obra de arte do Divino!

Perfeitos...

Como uma unidade viva e transformadora, onde a criação permanece em exercício constante.

É preciso despertar para a consciência que há em tudo.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

A CENTELHA DIVINA DA FELICIDADE

Muito lindo, Amália querida!

Sempre me acariciando a alma com histórias encantadoras e imagens lindas de Itacaré...




Conta uma antiga história que no processo final da criação do Universo os Deuses se reuniram preocupados com a possibilidade do Ser Humano um dia tornar-se absolutamente consciente de sua potencialidade e em conseqüência disso resolver exercer sua divindade.
Isso seria comprometedor para a posição dos Deuses, assim decidiram esconder da raça Humana o que de mais valioso lhe pertencia: a centelha divina da felicidade.
Conhecedores de que o Homem empreenderia uma busca incansável atrás da Felicidade, entenderam que precisavam encontrar um lugar para escondê-la de forma que enquanto os Seres Humanos estivessem ocupados em procurá-la não se preocupassem jamais em ocupar o lugar destinado aos Deuses.
Muitas possibilidades surgiram. Um dos Deuses logo sugeriu:
Que tal escondê-la no fundo do mar?
Depois de alguma consideração chegaram à conclusão que aquele não era o lugar adequado, pois certamente o Ser Humano com sua inteligência, desenvolveria tecnologias que o levasse ao fundo do mar.
Novamente outra sugestão:
Que tal esconder a felicidade no topo da montanha mais alta?
Concluíram novamente que o ser humano, forte como é, chegaria ao topo de todas as montanhas e encontraria a Felicidade.
Pensaram então em muitos outros lugares, mas todos eles seriam certamente objeto de pesquisa do Ser Humano, e cedo ou tarde os Homens acabariam encontrando a tão desejada felicidade.
De repente um dos Deuses falou:
"Já sei, esconderemos a centelha da felicidade dentro de seus corações. Eles estarão tão ocupados procurando por ela nos lugares onde ela não está, que jamais pensarão em voltar a atenção para si... E, para que esta centelha seja incandescida os Homens precisarão manter seus olhos e ouvidos livres dos véus da ilusão, precisarão abandonar a falsa idéia de que precisam sempre e indefinidamente de muito mais do que tem para serem plenos!
Viverão plenamente o estado de Felicidade a medida que aprenderem a contemplar a simplicidade e a beleza de tudo o que o Universo lhes oferece diaria e gratuitamente."
E assim o fizeram...

Desde aquele tempo a centelha divina da felicidade habita o coração do Homem à espera de ser incandescida...

(Adaptação de uma história de tradição oral)

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Kibe de abóbora com espinafre e queijos

Kibe:
1 xícara (chá) de trigo para quibe
1 colher (sopa) de azeite
500 gramas de abóbora cozida e amassada
Cebolinha, salsa, hortelã fresca, pimenta síria e condimentos a gosto

Recheio:
½ xícara (chá) de espinafre cozido e picado
100 gramas de queijo provolone ralado
200 gramas de queijo cottage
Sal a gosto

Em uma tigela, colocar o trigo e cobrir com água morna. Deixar descansar por 2 horas.
Colocar a abóbora em uma tigela e misturar o trigo, a pimenta síria e as ervas.
Colocar metade desta mistura em um refratário untado com um pouco do azeite.
Misturar os ingredientes do recheio e espalhar sobre a camada de abóbora.
Cobrir com o restante da massa.
Fazer riscas com a ponta de uma faca e pincelar o restante do azeite.
Levar ao forno médio por cerca de 30 minutos.

sábado, 31 de outubro de 2009

ORAÇÃO










O silêncio é uma benção!
A respiração, uma oração de vida...
Tenho duas orações que sempre faço, pois traduzem em belas palavras parte da minha crença.

A primeira é o Pai Nosso, que recebi de uma amiga muito querida, Andrea Natali, amiga artista...
O e-mail dizia ser a tradução do aramaico sem a interferência da igreja, importa mesmo é que fez total sentido, tocou e traduziu a alma.
A segunda é a Oração de São Francisco.
Tudo de bom.
Respirando cada palavra...

Pai. Mãe.
Respiração da vida, fonte do som, ação sem palavras.
Criador do Cosmos.
Faça sua luz brilhar dentro de nós, entre nós e fora de nós, para que possamos torná-la útil.
Ajude nos a seguir nosso caminho, respirando apenas o sentimento que emana do Senhor.

Nosso eu, no mesmo passo possa estar com o Seu; para que caminhemos como reis e rainhas com todas as outras criaturas.
Que o Seu e o nosso desejo sejam um só.

Em toda a luz, assim como em todas as formas, em toda existência individual, assim como em todas as comunidades.
Faça nos sentir a alma da Terra dentro de nós, pois assim sentiremos a Sabedoria que existe em tudo.
Não permita que a superficialidade e a aparência das coisas do mundo nos iluda. E nos liberte de tudo aquilo que impede nosso crescimento.
Não nos deixe ser tomado pelo esquecimento de que o Senhor é o Poder e a Glória do Mundo, a canção que se renova de tempos em tempos e que a tudo embeleza.
Possa o seu amor ser o solo, onde crescem nossas ações.
Que assim seja.
Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor.
Onde houver ofensa , que eu leve o perdão.
Onde houver discórdia, que eu leve a união.
Onde houver dúvida, que eu leve a fé.
Onde houver erro, que eu leve a verdade.
Onde houver desespero, que eu leve a esperança.
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria.
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, fazei que eu procure mais consolar que ser consolado.

Compreender que ser compreendido.
Amar, que ser amado.
Pois é dando que se recebe e perdoando que se é perdoado.
E é morrendo...

Que se nasce para a vida eterna...

EU TE DESEJO O SUFICIENTE...(autor desconhecido)

No aeroporto, ouvi por acaso mãe e filha em seus últimos momentos juntas.
Foi anunciada a partida do avião e próxima a porta ela disse:
"Mãe, nossa vida juntas foi mais do que o suficiente! Seu amor é tudo o que sempre precisei. EU TE DESEJO O SUFICIENTE, também mamãe."
Despediram, beijaram-se e ela partiu.
A mãe andou em direção a janela a qual eu estava sentado, eu vi que ela queria e precisava chorar.
Tentei não entrar em sua privacidade, mas ela me cumprimentou perguntando:
"Você já disse tchau pra alguém sabendo que seria um adeus?"
"Sim – respondi, trazendo de volta as memórias que tinha da expressão do meu amor e apreciação por tudo o que minha mãe fez por mim. Reconhecendo que seus dias eram limitados, eu tomei um tempo para dizer o quanto ela significava pra mim face a face.
Eu sabia o que aquela mulher estava passando...
"Desculpe minha pergunta, mas por que foi um adeus?"- perguntei.
"Eu estou velha e ela vive muito longe...Eu me recuso aceitar, mas a realidade é que sua próxima viagem de volta a esse lugar será para o meu funeral" - disse ela.
"Quando vocês estavam se despedindo, eu a ouvi dizer: EU 'TE DESEJO O SUFICIENTE'. Posso te perguntar o que isto significa?"
Ela começou a rir.
"É um desejo que vem sido trazido de outras gerações. Meus pais costumavam dizer a todos."
Ela deu uma pausa, olhou para cima como se quisesse lembrar com detalhes. Sorriu ainda mais...
"Quando dizemos EU 'TE DESEJO O SUFICIENTE', esperamos que a vida da outra pessoa seja repleta de "suficientes" coisas boas para sustê-las... Te desejo o sol suficiente para manter suas atitudes brilhantes; te desejo chuva o suficiente para que aprecie mais o sol; te desejo alegria o suficiente para manter seu espírito vivo; e...Te desejo um pouco de sofrimento, para que as pequenas alegrias na vida aparentem ser muito maiores! Te desejo ganhos e benefícios suficientes para que satisfaça sua espera; te desejo perdas suficientes para que aprecie tudo o que ganhar; te desejo 'Olás' para levá-lo aos 'Tchaus'...
Então ela soluçou e foi-se.
Com ela aprendi que...
EU TE DESEJO O SUFICIENTE !













LOKAHA SAMASTAHA SUKHINO BHAVANTU.
Que todos os seres sejam felizes e prósperos...
OM NAMAH SHIVAYA!

BOLO DE GENGIBRE COM PAPOULA E GOTAS DE CHOCOLATE

INGREDIENTES:
1 xíc. de manteiga ou margarina (derretida)
2 xícs. de açúcar mascavo
2 xícs. de gengibre ralado
2 garrafinhas de leite de côco
2 colheres de chá de essência de baunília ou de açúcar vanille
1 xícs. de farinha de trigo integral
2 xícs. de farinha de trigo branca
500gr de gotas de chocolate meio amargo
1 tubete de semente de papoula
1 colher de sopa de bicarbonato de sódio
1 colher de sopa de fermento Royal

PREPARO:
Bata no liquidificador o leite de côco, a baunília e o gengibre – reserve.
Na batedeira misture a manteiga com o açúcar, formando um creme ao qual se vai acrescendo as farinhas e conteúdo do liquidificador. Adicione a semente de papoula, o fermento, o bicarbonato e por fim, as gotas de chocolate.
Despejar em forma retangular, untada com manteiga e farinha, e levar ao forno, pré-aquecido, em temperatura média.
Ao desenformar espere esfriar para cortar em quadradinhos.

Quando quente ele despedaça todo!

SÓ PRÁNÁYÁMA SALVA!

Esse eu acredito que respira!

SITA SINGS THE BLUES